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Justiça

13/07/2018 03:42 Fonte:Assessoria de Comunicação

Gestão Socioambiental: Coleta de papéis no TJRO fomenta a reciclagem

Iniciado como experiência, em fevereiro deste ano, o Projeto Desapega, para reciclagem de papéis sulfites, transformou-se em prática permanente do Tribunal de Justiça de Rondônia. Assim, quinzenalmente,  serão realizadas as coletas nas unidades do tribunal na comarca de Porto Velho.

Uma das considerações do Ato, assinado pelo presidente do TJRO, desembargador Walter Waltenberg, que instituiu o programa Desapega via Núcleo de Gestão Socioambiental - Nuges, foi “a necessidade de promover ações eficazes de modo a cooperar com a coleta seletiva destinada às associações e cooperativas dos catadores de materiais recicláveis, visando a diminuição do volume de materiais nos aterros sanitários e lixões, além de contribuir com a gestão integrada para o desenvolvimento sustentável”.

Por enquanto, a coleta é apenas na capital, com destino à Associação dos Catadores – Asprovel, mas, segundo a equipe, futuramente abrangerá comarcas do interior do estado.

O sucesso do projeto conta com a cooperação dos servidores em cada setor das unidades do TJRO no sentido de separar os papéis para a reciclagem. O Núcleo começou a distribuição de cartazes para serem usadas próximo às impressoras, as quais servem para identificar a destinação do papel – se serve para ser utilizado como rascunho ou se já está separado para a coleta seletiva de papel -  e para orientar quanto aos cuidados necessários com o papel. Assim, cabe aos setores se organizarem para separar e destinar corretamente o material.

O recomendável é utilizar ao máximo o papel antes de destinar à coleta seletiva (rascunhos). Já os papéis com conteúdo confidencial podem ser descaracterizados dentro da própria unidade (triturados, rasurados ou mesmo rasgados) para que possam seguir o caminho da sustentabilidade adotada pelo Judiciário.

O projeto Desapega trabalha com a destinação correta do sulfite utilizado nas unidades ou trazido de casa, para isso precisa estar livre de grampos, clips e outros objetos utilizados para fixação. Até papéis que eventualmente foram molhados servem, desde que sejam cuidadosamente secos e não estejam sujos (estes viram rejeitos, não recicláveis).

No dia da coleta é importante que os papéis sejam empilhados e amarrados para facilitar o transporte pelos colegas servidores do Centro de Apoio Logístico - CAL.

O Núcleo de Gestão Socioambiental dispensou a aquisição de caixas ou outros recipientes para esta finalidade e espera que cada unidade se organize para acondicionar os papéis numa mesa, balcão ou com materiais reutilizados, como as próprias caixas de papel A4, já que basta a identificação e os cuidados. Além disso, uma aquisição de material apenas para essa finalidade seria contraditória em se tratando de sustentabilidade, da ideia de minimizar o uso de material e da economicidade.

A Secretaria de Planejamento – Sepog, por exemplo, optou por organizar uma estação de impressão com caixas de papelão aproveitadas dos materiais recebidos pelo setor, que foram encapadas por servidores e identificadas com os cartazes para facilitar a separação.

Para o Secretário-Geral e coordenador do Plano de Logística Sustentável - PLS/PJRO, juiz Sérgio Wiliam Domingues Teixeira, “é necessário que todos se conscientizem e se empenhem, desde o momento da decisão pelo uso do papel, para que a seleção, a coleta e as etapas seguintes até a reciclagem se concretizem e tragam os resultados esperados para o meio ambiente e para a sociedade”.

 


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